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Etiqueta de registo: 00146nx a22000733 45
001 1981824
003 http://id.bnportugal.gov.pt/aut/catbnp/1981824
100 ## $a20260127apory0103 ba0
102 ## $aPT
152 ## $aRPC
200 #1 $aViolante,$bOlga Guerreiro,$f1902-1969
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810 ## $a«Partem tam tristres meus olhos" (EMUS14 28) e «Ó alendroeiro» (EMUS14 33)
810 ## $ahttps://geneall.net/pt/nome/2068355/olga-violante/
810 ## $ahttps://padrecorreiadacunha.blogspot.com/2013/01/ala-dos-amigos-de-pe-correia-da-cunha_9178.html
830 ## $aFrequentou o Conservatório Nacional, onde foi discípula de canto de António Garcia, continuando mais tarde o estudo da técnica e da interpretação com Lídia Opienska e J. C. de Vasconcellos. Luís de Freitas Branco e António Eduardo da Costa Ferreira tiveram marcada importância na sua formação musical. Ficaram na memória de muitos as suas interpretações de Orfeu de Monteverdi, Elias de Mendelssohn, das Canções Populares de Lopes Graça. Em 1921, na sua paróquia de São Jorge de Arroios, fundou o coro Scola Cantorum - Santa Cecília; a escola era então frequentada apenas por meninas, tinham aulas de música, canto e catequese. Em 1941, por sua iniciativa, foi criado o Polyphonia Schola Cantorum, coro misto composto por cerca de 40 elementos, tendo tido como primeiro regente o musicólogo Mário Sampayo Ribeiro, que o dirigiu até à sua morte, em 1966. Este coro obteve o estatuto de pessoa colectiva de utilidade pública. Foi no dia 14 de Fevereiro de 1964, que se dava início à constituição do Coro de Câmara Gulbenkian, tendo sido confiada a regência a Olga Violante e a direcção adjunta a Pierre Salzmann, assistidos por José Aquino e Victor Diniz. Foi na noite do dia 27 de Maio de 1964, que se ouviu, em primeira audição, o Coro de Câmara Gulbenkian interpretar a Paixão Segundo São Mateus, de Georg-Philipp Telemann, acompanhado pela Orquestra Sinfónica da Emissora Nacional.
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